Já que virou moda...
Não que eu goste de moda, mas eu gosto de ler sobre como as pessoas enxergam os lugares onde estão morando e isso me faz perceber as diferenças entre os países, as coisas boas deste país e, mais ainda, as coisas boas do Brasil!
A diferença da minha lista é que ela receberá novos acréscimos conforme forem surgindo novas percepções.
Para quem estava esperando que eu falasse um pouco mais de Regina, aqui está a grande oportunidade!
Que tal?
Vamos lá?
Ah, antes de começar, um lembrete importante: diferente dos outros posts que estão rodando o mundo virtual, eu não vou escrever sobre impressões (algo que se deixa em algum lugar), mas de percepções.
Per.cep.ção:
s.f. Apreensão da realidade ou de uma situação objetiva pelo homem.
(Dicionário Aurélio)
Percepções de uma brasileira sobre a cidade de Regina, SK, Canadá
1. Regina está localizada na província (estado) Saskatchewan e é a capital do estado. Saskatchewan é vista, pelo restante do Canadá, como a "roça" do país. No meu ponto de vista, Saskatchewan é o Canadá de anos atrás, um estado que não abandonou suas origens em troca de tecnologia, comércio e agito. Além de Regina, conheço outras 3 cidades Canadenses, de outro estado, e percebe-se a grande diferença. Sabe quando falamos dos caipiras no Brasil. Pode-se dizer que estou em meio a caipiras, no bom sentido, pois são pessoas simples, se é que me entendem. Eu não me importo em dizer que estou morando na roça, na fazenda. Aqui é um lugar delicioso de morar e não sei se trocaria por outra cidade ou estado.
2. O máximo de trânsito que encontramos aqui é o não-trânsito da cidade onde eu morava, ou seja, super tranquilo. É comum pegarmos um pouco mais de movimento entre 4 e 5 da tarde, pois a maioria sai do trabalho às 04:30pm.
3. No inverno, o pessoal anda de caminhote (gigantes). No verão, o normal é carrão (carrão mesmo, aqueles que só vemos em filmes: Mustang, Porsche, Camaro, Corvete, Nissan 350 Z, Ferrari). A maioria das famílias aqui tem 2 ou mais carros. Ah, no inverno, o carrão vai ficando enterrado literalmente na neve. Assim que a primavera se manifesta, muita gente anda de bicicleta pela cidade.
4. Falando em carro, estes ficam, na maior parte da cidade, estacionados na rua. Muitas casas não tem garagem e, as que tem, nem sempre são usadas. Garagem aqui, apesar do frio intenso e quantidade de neve no inverno, não é item importante como no Brasil. A maioria das garagens não tem portão eletrônico e são uma casa anexa à casa das pessoas, ou seja, geralmente são uma casa (garagem) separada, mas no mesmo terreno, localizada mais para o jardim dos fundos.
5. Jardins: são imensos na frente e imensos atrás da casa. Não possuem cerca (no máximo uma "divisória" entre o seu e o terreno do vizinho dos fundos).
6. A cidade é totalmente plana.
7. A criminalidade é quase zero. E, quando acontece, geralmente é entre o povo indígena da região.
8. O importante aqui não é a aparência. As pessoas andam com bicicletas antiquíssimas e muitos carros são enferrujados. Ou seja, se ainda funciona, para que trocar? :)
9. Todos usam capacete para andar de bicicleta.
10. As pessoas atravessam somente nas faixas de pedestre.
11. Os carros param para os pedestres em locais pré-determinados, além das esquinas. É comum ter placa de pedestre no meio de grandes estradas e temos que ficar de olho se tem algum pedestre por perto e parar. Afinal, eles não olham para os lados, simplesmente atravessam.
12. Moto aqui é raridade e, quando aparece alguma, é Harley-Davidson.
13. Quase todas as famílias tem trailer e canoas no pátio. Agora que esquentou, se vê muita gente saindo da cidade nos finais de semana e long weekends (feriados).
14. Aqui tem esporte de verão (futebol americano, basquete, canoagem, basebol) e esporte de inverno (hockey, curly, patinação).
15. 99,9% da cidade torce para o (único) time Rough Riders. Em dia de jogo, os moradores vão todos para o estádio. É muito lindo de ver a cidade toda reunida!
16. Tudo aqui gira em torno de comida grátis. Palestras, divulgações, encontros de estudantes tem comida gratuita. O legal é que eles dão ênfase para a questão verbalmente, quando convidam, e nos cartazes de divulgação.
17. É comum darem banana de lanche em eventos. Aqui ninguém tem vergonha de comer banana em público.
18. O sistema público de ônibus é perfeito. Tá, só não é perfeito em dias de neve. Eles chegam no horário EXATO que está divulgado em folderes super bem organizados para cada linha. Andam devagar, esperam a pessoa sentar para depois continuar andando. Deve-se puxar/apertar a campainha e continuar sentado. Somente quando o ônibus parar é que a pessoa levanta e desce. As portas traseiras são acionadas, na maior parte das vezes, com o toque das mãos ou sensor.
19. Os ônibus amarelos que vemos em filmes são muito utilizados aqui e em grande quantidade. Mas eles transportam apenas estudantes - o sistema público de ensino tem este transporte para todos os alunos.
20. Não dependa de táxi, se puder. Eles não pertencem a Canadenses (são geralmente Indianos e Árabes), nunca chegam no horário e, muitas vezes, sequer atendem o telefone.
21. Não tem cobrador nos ônibus. Tem uma máquina ao lado do motorista onde NÓS mesmos inserimos as moedas necessárias ou passamos o cartão próprio de transporte. Não é possível utilizar papel moeda - aprendemos isso na prática!
22. Pela cidade toda tem cabines de vidro para esperarmos o ônibus. Pontos pouco utilizados não tem.
23. No inverno passado fez -48ºC quatro vezes. Na primavera deste ano já fez +29ºC duas vezes (e nem chegou o verão). Mas aqui o ar é muito seco e isso faz com que ambos calor e frio não sejam tão ruins. No inverno tem sol até quando está caindo neve. Regina é considerada a cidade com maior iluminação natural do Canadá todo. Não chove. Chuvisca raramente. Passei 8 meses sem ver água caindo do céu...
24. O ar é tão seco aqui que dá choque o tempo todo ao encostarmos em coisas, pessoas, em nós mesmos (estática). Irrita um pouco, mas no fim das contas a gente acostuma. No inverno diminui um pouco a frequência e a intensidade, mas ainda assim acontece.
25. As pessoas tem uma necessidade grande de sair de casa quando não está tão frio. Esquenta um pouco, vai todo mundo para parques ou correr nas ruas. Correr aqui é normal, muita gente faz isso.
{Volto assim que der para escrever mais algumas das minhas percepções sobre Regina, esta adorável cidade que escolhi para fazer meu Mestrado!}
sábado, 18 de maio de 2013
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Mestrado | parte 4
Chegamos no último post sobre meu Mestrado. Não é o último post em que falarei do assunto, com certeza. Mas é o último de uma série de quatro postagens, afinal, não sei quando terei tempo para escrever tanto assim de novo, com detalhes e fotografias.
Vamos à parte 4:
Vamos à parte 4:
Foi neste dia que me dei por conta que tinha começado a realizar um sonho antigo.
O fato de ter estudado 6 meses na Universidade, mesmo como aluna de línguas, ajudou muito no início do Mestrado, pois eu já conhecia a cidade universitária e sabia exatamente onde estava entrando. Eu não tinha a ansiedade do novo, do desconhecido...
Neste dia, a universidade se apresentou para mim de um jeito diferente, especial.
Pela primeira vez, eu estava entrando na universidade como Mestranda. Meu coração pulsava rápido e uma alegria contagiante corria nas minhas veias.
Pela primeira vez, também, eu entrava no prédio de educação como aluna de educação...
Estar de maneira física na universidade me fez acordar do sonho e perceber que o sonho já está se transformando em realidade.
De estudar eu nunca parei. Então, quando comecei a fazer os trabalhos em casa eu não tinha assimilado a amplitude disso tudo.
Foi quando vi a professora e alguns colegas que minha 'ficha caiu'.
Sim, agora sou uma Mestranda!
Eu tirei 7 no IELTS, mas isto não significa que domino a língua Inglesa.
Sete é uma ótima nota, sim, mas ainda tenho muito a aprender.
Aliás, acredito que ninguém sabe tudo, apenas alguns sabem mais, outros menos...
A leitura dos artigos está super tranquila. Acredito que não estou tendo grandes dificuldades por ter uma grande experiência na área em que estou estudando.
A parte escrita também está tranquila, embora eu mesma já perceba alguns errinhos que poderiam ter sido evitados se eu tivesse um pouco mais de paciência (e tempo) entre o escrever e o postar no portal.
Aqui o mais importante é me expressar de maneira compreensível, pois ao mudar a ordem ou alguma palavra na frase, pode-se mudar o sentido ou não ser tão claro.
O que me pegou de verdade foi a fala, no dia do encontro presencial. Confesso que fiquei morrendo de medo de falar errado, pois todos os meus colegas são Canadenses da gema.
Em função disso, participei bem menos oralmente do que gostaria...
O acolhimento não é o mesmo que nós brasileiros damos a uma pessoa nova na cidade ou país. Isso também contribuiu para que eu me sentisse um pouquinho 'menor' perante meus colegas. Mas isso merece um post específico, pois quero que minha percepção fique clara e não sirva como regra geral.
Eu tenho me trabalhado bastante internamente para aceitar que não sou perfeita e que errar é normal, visto que o inglês não é minha língua materna. Por outro lado, nos requisitos de avaliação está bem claro que o domínio da língua é considerado, inclusive para os nativos, pois, como no Brasil, muitos nativos tem sérios erros de gramática ou escrita.
Tenho que aceitar, desde já, que posso perder uns pontinhos por causa da língua e que isso não é o fim do mundo (embora para uma pessoa perfeccionista - em mudança - seja o fim do mundo sim).
Eu achei o curso muito bem organizado, pois só podemos ver as respostas dos colegas depois de postarmos as nossas. Isso faz com que cada um responda exatamente o que estudou e entendeu.
Por ser minha primeira disciplina no Mestrado, num país e numa língua diferente - e depois de ficar longe dos bancos escolares, como aluna, por quase 5 anos - eu fiquei um tanto insegura para postar a primeira resposta. Publiquei e fiquei esperando dar o tempo de poder ver as respostas dos meus colegas. Fiquei bem mais tranquila quando vi que estou no ritmo deles e no caminho certo. Fiz as demais respostas com mais segurança.
A frase abaixo, que encontrei dentro do livro da disciplina, logo no primeiro capítulo, tem me ajudado na hora de estudar e postar minhas respostas no portal:
"Nós não precisamos saber tudo para aprender alguma coisa." Flinders and Thornton
Bem, aqui termina o quarto post com informações sobre o Mestrado que comecei na semana passada.
Adorei escrever aqui no blog. O que mais me agradou foi poder explicar, detalhar, ilustrar.
Embora longe por motivos de força maior, eu amo este meu blog!
Não adianta me iludir e pensar que vou fazer isso com mais frequência, embora gostaria muito.
Agora sou uma Mestranda e o Mestrado vai ocupar 90% dos meus dias e das minhas semanas.
Se eu conseguir me organizar de tal forma que eu faça tudo o que for preciso e ainda tenha a terça-feira "livre" para mim, blogar será uma das tarefas da minha lista com certeza!
Espero que tenham curtido passar por aqui por quatro dias seguidos.
Se alguém pretende fazer Mestrado no Canadá e tiver alguma dúvida ou precisar de alguma orientação, pergunta ali nos comentários. Certamente não saberei tudo, mas se souber será um prazer ajudar!
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Mestrado | parte 3
Ontem, eu falei da primeira disciplina. Acompanhem agora como foram meus primeiros dias de aula:
Como podem perceber, eu sobrevivi à primeira semana.
Mas confesso que tive dúvidas de que isso aconteceria...
Para a primeira semana de aula, tivemos o módulo introdutório de 2 dias (leitura dos primeiros capítulos do livro, duas pesquisas, apresentação no fórum). Foi tranquilo.
O que me assustou foi quando organizei o material e vi que eu tinha 8 artigos/capítulos do livro para ler e 4 perguntas para responder (envolvendo 2 ou 3 artigos na mesma pergunta) em apenas 6 dias.
O quê? Oito artigos?
Sim, oito artigos.
Só seis dias?
Sim, só seis dias.
Em todos os cursos que fiz no Brasil, acredito que nunca tive 8 artigos no semestre inteiro...
E eu tinha 8 artigos para 6 dias.
Primeiro, entrei em pânico. Achei que não ia conseguir, que não ia dar tempo.
Para piorar a situação, quando tenho muita coisa para fazer, eu bloqueio e não consigo fazer nada.
Nisso passaram dois dos seis dias.
Organizei as leituras (quais artigos eram necessários para cada uma das perguntas) e comecei a ler.
Nada melhor que começar, se queremos terminar, não é?
Fiquei direto lendo, escrevendo, anotando, respondendo. Parei apenas para comer, alongar o corpo, e dormir.
Eu sempre rendi mais de noite que de dia. Então, dormia até 9 ou 9:30 da manhã e ficava até perto da meia-noite estudando.
Tenho uma grande experiência na área da Educação e fiz muitas leituras desde que comecei a estudar. Porém, agora é tudo em outra língua. Então, eu leio alguns parágrafos e escrevo um resumo do que li, em tópicos, no meu caderno da disciplina.
Eu não ia riscar os livros, pois posso vender para a livraria da universidade por um preço justo e usar o valor para a compra dos livros novos, mas sou uma aprendiz visual e estou aqui para aprender TUDO O QUE EU PUDER; então resolvi anotar, rabiscar, sublinhar, fazer o que for preciso para não perder nada.
Assim, é uma forma de adquirir vocabulário específico e memorizar dados importantes.
A semana terminava na terça-feira - e na quarta já começava o segundo módulo.
Eu pensei em fazer o possível para terminar os trabalhos da semana na segunda-feira e ter a terça-feira para respirar um pouco e me organizar para a próxima rodada de atividades.
O melhor de tudo é que eu consegui!
Foi bem cansativo, puxado, mas valeu o esforço.
Na terça-feira, a ideia era começar a ler os textos da segunda semana, mas eu estava tão cansada que dormi bastante, relaxei, respirei fundo, bloguei (fiz os posts sobre o Mestrado). Assim, adquiri energia para mais uma semana puxada.
Consegui filmar ele cantando:
Com a experiência da primeira semana fica mais fácil me organizar para o restante da disciplina.
Compreendi que me apavorar com a quantidade de material só me atrapalha.
Percebi que dá, sim, para dar conta do recado dentro do prazo solicitado. É tudo questão de pegar o ritmo e continuar caminhando, um passo após o outro.
Agora vai ser um pouco mais puxado que a primeira semana, pois vou desenvolver a pesquisa durante as demais aulas. Mas nada que não se possa fazer com muitas horas de estudo.
Part time student? Negativo. Mesmo com uma disciplina, estou estudando o dia todo, a semana inteira.
Nada de moleza por aqui!
Amanhã tem a última parte do post gigantesco sobre o Mestrado que teve que ser dividido em quatro partes. O post de amanhã tem várias fotos da universidade e eu falo um pouco de como foi me sentir uma Mestranda de verdade.
Falo também como tem sido fazer Mestrado numa língua diferente. Será que a língua atrapalha?
Te vejo amanhã!
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Mestrado | parte 2
Mestrado | parte 1
Espero que tenham gostado da primeira parte. Se ficou alguma dúvida, escrevam nos comentários que eu respondo!
Como eu estava esperando o resultado do IELTS para poder me matricular, não tinha mais vaga na disciplina que a coordenadora me orientou a fazer.
Escolhi, então, uma disciplina que tem tudo a ver com o curso (Desenvolvimento do Currículo) e que é online.
Eu fiz duas pós-graduações no Brasil e uma delas foi totalmente a distância (pela PUC-RS).
Tem gente que torce o nariz para cursos a distância, mas só quem fez vai entender o que vou dizer: primeiro, eles têm exatamente a mesma validade (claro que temos que procurar por cursos válidos no MEC), e, segundo, eu aprendi mais em um ano e meio de pós-graduação a distância que 3,5 anos de graduação presencial.
Nos cursos/disciplinas online somos muito mais exigidos, pois temos que ler tudo, participar de tudo, escrever tudo, responder tudo.
Nas aulas presenciais, ouvimos a maior parte das aulas e participamos de vez em quando. Eu sempre fui muito participativa, pois acredito que a interação em sala de aula aumenta consideravelmente o nível de aprendizagem e só pergunta quem sabe o que está perguntando, ou seja, estudando. Mesmo assim, não precisamos responder 100% dos questionamentos oralmente. Geralmente, respondemos mentalmente, ou no nosso caderno. Muitas vezes, os próprios temas e trabalhos são feitos e nunca lidos/corrigidos. Quem nunca passou por isso?
Na disciplina online isso não acontece. Pelo contrário! Temos que participar ativamente dos fóruns e tudo o que pensamos/entendemos deve ser escrito e compartilhado com todos.
Na disciplina online escreve-se muito mais. Produz-se muito mais. E, no meu caso, aprende-se muito mais.
Como amante da tecnologia, eu adoro cursos online.
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| Cronograma de atividades da primeira disciplina |
Voltando a falar da primeira disciplina:
As aulas acontecerão de 07 de maio a 20 de junho.
Por ser intensivo, o conteúdo não é enxugado como fazem no Brasil. O conteúdo é integral e os trabalhos são agrupados em menos semanas. Ou seja, tudo é muito corrido!
Na imagem acima é possível ver o calendário de atividades com prazos devidamente estabelecidos.
A primeira semana foi de estudos individuais.
As próximas 4 semanas serão de trabalhos em grupo.
A última semana será para apresentação de uma pesquisa que devemos fazer desde o início, ou seja, além do conteúdo das aulas, temos que desenvolver uma pesquisa ao mesmo tempo.
Todo o conteúdo está devidamente postado e organizado no portal da universidade. Minha professora é super organizada e eu amei isso! Eu organizei tudo numa pasta por semanas.
Temos também um livro de leitura.
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| Dá para ampliar a imagem, mas apliquei efeito blur devido aos direitos autorais. Aqui isso é levado muito a sério. |
Temos dois encontros presenciais não obrigatórios. O primeiro aconteceu no sábado passado.
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| Encontro presencial. Era ao vivo e transmitido online para quem não pode ir pessoalmente. |
De certa forma, fazer a primeira disciplina online tem seus benefícios e o principal deles é me ambientar com o curso tendo mais tempo para processar as informações e reler materiais se preciso.
Já estou matriculada para o semestre de outono e as disciplinas serão presenciais.
A série de posts continua amanhã, onde vou falar sobre como foi a primeira semana de trabalhos.
Espero que estejam gostando e que esteja sendo esclarecedor para quem pensa em vir estudar no Canadá.
:)
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